domingo, 26 de agosto de 2018

        O FOGUETEIRO DOS MILAGRES

A história de São Miguel é mesmo farta de pessoas talentosas.
Nesse pequeno município, já teve de quase tudo que existe no mercado, teve alfaiate no talento de seu Zé bita, também teve uma profissão um tanto quanto perigoso que fez muito gente saltar de alegria nas mãos de seu Lá, isso mesmo, seu Lá como era como era conhecido o único fogueteiro que nasceu e morreu em São Miguel dos Milagres.
Seu Lá, era o fogueteiro de meu município que fazia os fogos para os munícipes e vizinhos comemorarem suas conquistas e demonstrações de alegrias por meio dos foguetes feito pelo seu Lá.
Mas, em meios as suas produções, seu Lá, resolveu brincar com as pólvoras e foi fazer os fogos após tomar umas e outras pela rua e não se deu muito bem com essa brincadeira.
O único fogueteiro registrado em São Miguel dos Milagres, seu Lá, morreu de maneira estranha. Depois de cortar sua comunicação ppr três dias, reapareseu de maneira inesperada, pois nesse período sobre um AVC e com essa enfermidade acabou morrendo. Ele veio a falecer no 02 de julho de 1973 em São Miguel dos Milagres.
Seu Lá, morreu, deixando sua família órfã de seu patriarca.
Ele morou na rua do cemitério, ao lado de seu colega e vizinho clodoveu.
Seu Lá, foi mais um ilustre miguelense que contribuiu para o desenvolvimento de seu município.

Ângelo Cassiano
              BEM ALINHADO
Dando uma revirada na história de São Miguel, bati de frente com a história de uma pessoa que até o momento não sabia da existência desse profissional tão importante e diferente para o meu pequeno lugar de gente tão humilde.
Por acaso, descobri que em meu lugar, já existiu a bonita profissão de alfaiate, isso mesmo, alfaiate.
Esse profissional conhecido pelo nome de Zé bita, foi um excelente profissional no ramo da costura, fez a alegria das pessoas de dote e das que não tinha dote do meu município.
Sua habilidade fez a diferença na escolha dos grandes senhores de engenho local e da grande vizinhança, mas ele também fez a alegria dos menos favorecidos do meu município na busca por uma boa aparência.
Seu Zé bita, morou na rua conhecida como areia grande e depois foi morar na Augusto de Barros Falcão, onde hoje mora o senhor Lourival, teve muita importância para os moradores que queriam sempre uma ótima roupa, bem alinhada para grandes festas e fechamento de negócios.
Seu Zé bita, foi mais um grande e importante miguelense que fez sua parte pela história do nosso município.

Ângelo Cassiano

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

                   IRMÃO BADU

Um dia em casa pensando, lembrei de uma pessoa que teve um valor grandioso para a história de nosso município.
Pois bem, foi então que revirei a trajetória de vida que lhe trouxe até o patamar de prestígio que lhe cercava.
Estou falando Aderbal da Costa Raposo, ou como era carinhosamente conhecido Badu. Um homem de negócios e que ainda jovem se candidatou e ganhou para prefeito de nossa cidade.
E aí veio o grande problema, por ser muito jovem sua responsabilidade não tinha limites. Queria de todas as formas ajudar sua população carente e com vários problemas. Assim, baduzinho como era conhecido pela sua pouca idade.
Baduzinho, foi um desastre politicamente falando, era muito mão aberta com os cofres públicos e acabou sendo cassado antes do final de seu mandato.
Então, baduzinho teve que pagar pelo dinheiro que deu para o povo em seu mandato. Mas, baduzinho não parou por aí, como empresário, foi um dos senhores da lagosta na região norte, chegando a pegar mais de uma tonelada em seus quatro barcos.
Badu tentou mais algumas vezes o pleito de prefeito, mas sem sucesso e foi uma vez vice do parceiro Veraldino Apolinário, o dino como é conhecido.
Baduzinho tinha um robe, apaixonado por caminhonetes, sempre trocava a sua no meio de cada ano corrente.
Irmão badu, partiu e levou com ele muita saudades do povo que ele tanto ajudou.

Ângelo Cassiano