terça-feira, 31 de março de 2026
MEU NINHO
Verso 1)
Chega e me chama de banco
Me joga no canto, me deixa sem ar
Me empurra e garante o que é seu
Diz que o jogo sou eu, só pra me provocar
(Refrão)
Aperta, me soa a testa
Me faz de peteca, me leva pra festa
Eu quero ser seu, seu brinquedo, seu chão
Em troca te dou todo o meu coração
(Verso 2)
Me vira do avesso, me quebra a rotina
Sua mão me encontra, me acende, me ensina
Cada gesto um acerto, um convite, um sinal
Esse teu jeito de amar é tão fora do normal
(Refrão)
Aperta, me soa a testa
Me faz de peteca, me leva pra festa
Eu quero ser seu, seu brinquedo, seu chão
Em troca te dou todo o meu coração
(Verso 3)
Mas depois da bagunça, da brincadeira
Vem o seu carinho, a noite inteira
Um abraço que acalma, um beijo que diz
Que nesse teu caos, eu me sinto feliz
(Refrão)
Aperta, me soa a testa
Me faz de peteca, me leva pra festa
Eu quero ser seu, seu brinquedo, seu chão
Em troca te dou todo o meu coração
segunda-feira, 30 de março de 2026
DIGNIDADE
Verso 1)
O trabalho dignifica o homem
A fome o transforma em lobisomem
Na pressa, o mapa se some
Na calma, o tempo consome
(Refrão)
Mas vem o teu carinho, de todas as formas
No abraço que acalma e transforma
Um sorriso que brilha e me conforta
Pra esse lobo, você é a única porta
(Verso 2)
Etapas tragadas como um furacão
Tatuagens do peito, descendo pra mão
Relatos vividos com fé e razão
São marcas na pele e no coração
(Refrão)
Mas vem o teu carinho, de todas as formas
No abraço que acalma e transforma
Um sorriso que brilha e me conforta
Pra esse lobo, você é a única porta
(Verso 3)
Em meio ao caos, uma luz pra seguir
É a força do afeto que me faz sentir
Que mesmo na luta, existe um lugar
Seguro em teus braços pra eu repousar
(Refrão)
Mas vem o teu carinho, de todas as formas
No abraço que acalma e transforma
Um sorriso que brilha e me conforta
Pra esse lobo, você é a única porta
domingo, 29 de março de 2026
EITA SÃO JOÃO
Verso 1]
E de repente chegou São João
O céu se enfeita, que animação
É a força do povo que brinca em união
A sanfona chora, pura emoção
[Refrão]
Festa bonita, que representa o meu sertão
Bombinhas, forró, canjica e rojão
Jorge de Altinho, Santana e Gonzagão
São a arte que toca em meu coração
[Verso 2]
A nata refinada, cheia de orgulho
No meio do ano, afasta o entulho
Da alma da gente, com sua alegria
A festa que pulsa e nos contagia
[Refrão]
Festa bonita, que representa o meu sertão
Bombinhas, forró, canjica e rojão
Jorge de Altinho, Santana e Gonzagão
São a arte que toca em meu coração
[Verso 3]
Leva o nome forte dos artistas
Conquista a todos, não precisa de pistas
É só sentir o cheiro no ar
De milho assado e de gente a dançar
[Refrão]
Festa bonita, que representa o meu sertão
Bombinhas, forró, canjica e rojão
Jorge de Altinho, Santana e Gonzagão
São a arte que toca em meu coração
A CHUVA QUE CAI
[VERSO 1]
A chuva caindo lá fora
Passando em ribeiras que a vida cavou
Lavando o fundo da alma
Revelando o estrago que a mesma causou
[REFRÃO]
Mas seu carinho é o sol que invade a janela
E as poças que formam em meio às vielas
Do profundo amor, refletem nós dois
Deixando a dor pra depois
[VERSO 2]
O rastro de lama, um fogo sem chamas
Representado em dor
Mas sua presença desfaz esses dramas
Trazendo de volta a cor
[REFRÃO]
Porque seu carinho é o sol que invade a janela
E as poças que formam em meio às vielas
Do profundo amor, refletem nós dois
Deixando a dor pra depois
[VERSO 3]
Amanhã, quando a chuva parar de repente
E o céu se pintar de outro tom
Vou lembrar que ter você de presente
É o que torna o mundo tão bom
[REFRÃO]
Porque seu carinho é o sol que invade a janela
E as poças que formam em meio às vielas
Do profundo amor, refletem nós dois
Deixando a dor pra depois
sábado, 28 de março de 2026
MINHA CIDADE
(Verso 1)
Vou começar pela terra de noite ou de dia
Pulamos uma ponte que era de Antônio Dias
Andando um pouco chegamos em São Miguel
Uma terra abençoada que teve o grande Fenel
(Refrão)
Vocês vão ver a minha história que vou contar
Uma cidade muito linda que na verdade é o meu lugar
(Verso 2)
E ainda na cidade, e bem falando como eu
Descendo a Amendoeira encontrei o Clodoveu
E partindo para o Toque, terra de Agenor
Um médico popular que conquistou o seu valor
(Refrão)
Vocês vão ver a minha história que vou contar
Uma cidade muito linda que na verdade é o meu lugar
(Verso 3)
Precisei de uma trena, lá na cidade
Pra medir a inteligência de Dona Gena, de verdade
Pra descansar e não ficar longe da rua
Vim cedinho pra feira em Porto da Rua
(Refrão)
Vocês vão ver a minha história que vou contar
Uma cidade muito linda que na verdade é o meu lugar
Chegando fui certinho e sem engano
Comprei um belo pote na casa do Caciano
(Refrão)
Vocês vão ver a minha história que vou contar
Uma cidade muito linda que na verdade é o meu lugar
Pra terminar a minha prosa ainda vou te contar ficou faltando.muita gente que na canção não dar
(Refrão)
Eu quero ver a minha história que vou contar
Uma cidade muito linda que na verdade é o meu lugar
ARTISTAS ALAGOANOS
(Verso 1)
Não quero que passe em branco, nem deixar por engano,
Essa é a minha homenagem aos artistas alagoanos.
Lá de Quebrangulo, a pena forte de Graciliano,
Nos mostra a secura e a força de um povo soberano.
(Refrão)
Oh, Alagoas, teu nome ecoa em cada verso,
Com mentes raras e muito finas, mudando o universo.
Vocês colocam nossa terra na prateleira de cima,
E a cultura daqui floresce, inspira e me anima.
(Verso 2)
Sigo meu passo e encontro a veia de Aurélio Buarque,
Nas palavras de um dicionário, uma luz que nunca se apague.
E sem tirar o pé, em União dos Palmares, a poesia me ensina,
Com o grande mestre Jorge de Lima, que a arte ilumina.
(Refrão)
Oh, Alagoas, teu nome ecoa em cada verso,
Com mentes raras e muito finas, mudando o universo.
Vocês colocam nossa terra na prateleira de cima,
E a cultura daqui floresce, inspira e me anima.
(Verso 3)
Eu vinha procurando um abrigo, um rumo, uma rima,
E em cada canto dessa terra encontrei uma obra-prima.
Esse é só um resumo do orgulho que sinto e que me aclima,
A força da nossa gente, o que a alma da gente estima.
(Refrão)
Oh, Alagoas, teu nome ecoa em cada verso,
Com mentes raras e muito finas, mudando o universo.
Vocês colocam nossa terra na prateleira de cima,
E a cultura daqui floresce, inspira e me anima.
VESTE RASGADA
(Verso 1)
Segredos guardados, nunca revelados
As vestes rasgadas, nunca remendadas
Palavra que sai não tem mais retorno
Um tiro certeiro com arma de fogo
(Refrão)
Mas em meio à noite, seu carinho vem
Um sopro de vida, me fazendo bem
Uma memória que a alma guarda
E a minha escuridão é aliviada
(Verso 2)
Alma penada que não tem perdão
Que vaga direto na escuridão
O tema de um filme que não é sobre nada
Num banco de praça na madrugada
(Refrão)
Mas em meio à noite, seu carinho vem
Um sopro de vida, me fazendo bem
Uma memória que a alma guarda
E a minha escuridão é aliviada
(Ponte)
Em banco de praça olhando a lua
Será que a minha dor é também sua?
Talvez o tempo possa remendar
E um novo início nos esperar
(Refrão)
Mas em meio à noite, seu carinho vem
Um sopro de vida, me fazendo bem
Uma memória que a alma guarda
E a minha escuridão é aliviada
PERTO DE MIM
As dificuldades vêm, eu sei
Tentando levar minha força, mas eu fico bem
Querem me deixar pra baixo e apagar
Os versos que eu guardo só pra te expressar
(Refrão)
Mas nada no mundo vai me impedir
De soltar meus versos pensando em ti
Mesmo que tu não estejas neste mundo
Teu carinho em mim é o amor mais profundo
(Verso 2)
Lembro do teu jeito, do teu olhar
Uma luz que ninguém consegue apagar
Em cada detalhe, em cada canção
Sinto a batida do teu coração
(Refrão)
Mas nada no mundo vai me impedir
De soltar meus versos pensando em ti
Mesmo que tu não estejas neste mundo
Teu carinho em mim é o amor mais profundo
(Verso 3)
E a força que me faz continuar
É a herança que tu me deixou pra amar
Transformo a saudade em melodia
Pra te ter por perto, todo santo dia
(Refrão)
Mas nada no mundo vai me impedir
De soltar meus versos pensando em ti
Mesmo que tu não estejas neste mundo
Teu carinho em mim é o amor mais profundo
sexta-feira, 27 de março de 2026
TEU CARINHO
(Verso 1)
Minha face reflete o que sinto por você
Meu jeito chato, o ciúme que não dá pra esconder
A cobrança direta que faço pelo seu calor
A demonstração constante do meu singelo amor
(Refrão)
É no teu carinho que eu encontro meu abrigo
No teu abraço o mundo faz mais sentido
Cada detalhe teu, guardado aqui no peito
É a prova de que tudo é do nosso jeito
(Verso 2)
A peça importante guardada no roupeiro
O perfume gostoso que lembra o teu cheiro
A garganta cansada de gritar o teu nome
É a fome de te ter que nunca me consome
(Refrão)
É no teu carinho que eu encontro meu abrigo
No teu abraço o mundo faz mais sentido
Cada detalhe teu, guardado aqui no peito
É a prova de que tudo é do nosso jeito
(Verso 3)
Pode ser num gesto, num olhar meio sem jeito
Que a gente se encontra e aceita o defeito
Esse meu modo torto de amar tão profundo
É só o convite pra ficar no meu mundo
(Refrão)
É no teu carinho que eu encontro meu abrigo
No teu abraço o mundo faz mais sentido
Cada detalhe teu, guardado aqui no peito
É a prova de que tudo é do nosso jeito
LEMBRAR DE VOCÊ
Verso 1)
Vou lembrar do seu jeito meio maluco
Dos beijos molhados, meu porto seguro
Até da sua cara fechada de manha
E da felicidade que seu rosto estampa
(Refrão)
Vou lembrar de você, e desse carinho
Que fez nosso mundo, o nosso cantinho
Cada detalhe seu, guardado em mim
Um amor que não vai ter fim
(Verso 2)
Vou lembrar dos momentos na nossa cama
De ouvir você baixinho falando que ama
Dos carinhos bem feitos, do tempo sem pressa
De cada promessa
(Refrão)
Vou lembrar de você, e desse carinho
Que fez nosso mundo, o nosso cantinho
Cada detalhe seu, guardado em mim
Um amor que não vai ter fim
(Verso3
Das viagens tranquilas, do sorriso disposto
A gente se achando em qualquer posto
Um filme na tela, um plano no ar
Memórias que eu sempre vou guardar
(Refrão)
Vou lembrar de você, e desse carinho
Que fez nosso mundo, o nosso cantinho
Cada detalhe seu, guardado em mim
Um amor que não vai ter fim
quarta-feira, 25 de março de 2026
Prato de cristal
Verso 1)
A mesa posta, o brilho ofusca o olhar
Banquete farto, um riso a ecoar
Mas no chão frio, a sombra se arrasta
Juntando os restos que a ganância afasta
Migalhas secas, de um pão que não é meu
Um gosto amargo que o destino me deu
(Refrão)
Oh, dejetos da vida, em pratos de cristal
A fome clama, um grito gutural
Essa fartura é feita da minha dor
E a revolta cresce, perde o seu temor!
(Verso 2)
O ouro veste os corpos sem valor
Enquanto a alma sangra, implora por calor
Caminham cegos, em seu pedestal
Ignorando o mundo que agoniza, real
Cada moeda, um pedaço do que sou
Um futuro roubado que a cobiça levou
(Refrão)
Oh, dejetos da vida, em pratos de cristal
A fome clama, um grito gutural
Essa fartura é feita da minha dor
E a revolta cresce, perde o seu temor!
(Verso 3)
Mas o silêncio hoje vai se quebrar
A voz dos esquecidos vai se levantar
Não mais de joelhos, por restos a pedir
O prato vazio, vamos nós destruir
A mesa vira, o jogo vai mudar
Das cinzas da miséria, a força há de brotar
(Refrão)
Oh, dejetos da vida, em pratos de cristal
A fome clama, um grito gutural
Essa fartura é feita da minha dor
E a revolta cresce, perde o seu temor!
E O VENTO
Verso 1)
A vida é uma roda gigante que não tem como parar
E o moinho que depende do vento o tempo todo para girar
Como água que passa na Ponte e não tem mais como voltar
E em cada passagem da vida, a gente aprende a se encontrar
(Refrão)
Com essa energia que nunca se apaga
Buracos e pedras são só parte da estrada
A gente se fortalece a cada passo, a cada virada
Nossa fonte de força na longa caminhada
(Verso 2)
Às vezes o chão treme, a gente pensa em desistir
Mas cada queda é um novo jeito de aprender a subir
A poeira levanta, mas a gente continua a seguir
Com o coração pulsando, pronto para o que está por vir
(Refrão)
Com essa energia que nunca se apaga
Buracos e pedras são só parte da estrada
A gente se fortalece a cada passo, a cada virada
Nossa fonte de força na longa caminhada
(Verso 3)
A verdadeira fonte que nos segura com firmeza
É a mesma que ensina a andar com toda a certeza
Transformando a dúvida em pura fortaleza
Mostrando a nossa força acabando com a minha tristeza
(Refrão)
Com essa energia que nunca se apaga
Buracos e pedras são só parte da estrada
A gente se fortalece a cada passo, a cada virada
Nossa fonte de força na longa caminhada
segunda-feira, 23 de março de 2026
A CRUZ E A ESPADA
(Verso 1)
A reza perfeita que Deus não rejeita
O joelho no chão ou chamado de besta
O terço enrolado de ponta cabeça
Dependendo do santo não há salvação
Então se aproximo da cruz ou da espada
Deixando a cara batendo na mão
(Refrão)
Salvação, onde te encontrar?
Nessa estrada de espinhos a caminhar
A alma grita em silêncio, quer descansar
Buscando a luz pra me guiar
(Verso 2)
As vozes sussurram, julgando meu passo
Dizem que a fé é um frágil laço
Entre o pecado e o abraço divino
Eu sigo perdido em meu próprio destino
(Refrão)
Salvação, onde te encontrar?
Nessa estrada de espinhos a caminhar
A alma grita em silêncio, quer descansar
Buscando a luz pra me guiar
(Verso 3)
Cansei dos altares de pedra e de glória
Escrevo com dor minha própria história
Talvez a verdade não use coroa
E a paz que procuro é a que me perdoa
(Refrão)
Salvação, onde te encontrar?
Nessa estrada de espinhos a caminhar
A alma grita em silêncio, quer descansar
Buscando a luz pra me guiar
Segura peão
(Verso 1)
A poeira sobe, o sol se põe no horizonte
A sela já tá pronta e o cavalo no batente
A cerveja bem gelada, a turma toda se apronta
Hoje a noite é nossa, ninguém aqui apronta
(Refrão)
É festa e muita emoção!
É cerveja no copo, mulher no bração!
O sanfoneiro toca, o gado vai pro chão
E o grito da galera levanta o poeirão!
(Verso 2)
O gibão de couro já tá no meu corpo
Coração batendo num ritmo louco
O gado tá correndo, eu vou gritar de novo
(Refrão)
É festa e muita emoção!
É cerveja no copo, mulher no bração!
O sanfoneiro toca, o gado vai pro chão
E o grito da galera levanta o poeirão!
(Verso 3)
A lua cheia brilha, abençoa a vaquejada
Cada sorriso aqui vale mais que qualquer parada
A gente vive isso, é a nossa tradição
Guardando cada momento dentro do coração
(Refrão)
É festa e muita emoção!
É cerveja no copo, mulher no bração!
O sanfoneiro toca, o gado vai pro chão
E o grito da galera levanta o poeirão
PONTA DE PUNHAL
(Verso 1)
Um eco no peito, um vazio que invade
Um nome, um cheiro, um canto da cidade
Saudade é coisa que fere igual a ponta de punhal
Um corte invisível, com gosto de sal.
(Refrão)
Machuca na carne e reflete na alma
E o único remédio que devolve a calma
É o bom e velho tempo, que passa sem pressa
O mesmo que maltrata, é o que faz a promessa.
(Verso 2)
Lembranças em fotos, momentos guardados
Caminhos que um dia foram trilhados
O tempo que arrasta parece um castigo
Deixando por dentro um buraco, um abrigo.
(Refrão)
Machuca na carne e reflete na alma
E o único remédio que devolve a calma
É o bom e velho tempo, que passa sem pressa
O mesmo que maltrata, é o que faz a promessa.
(Verso 3)
Mas a dor que era aguda começa a ceder
A ferida se fecha, ensina a viver
O tempo que fere, ele também cura
E tira das costas o peso da culpa.
domingo, 22 de março de 2026
Queremos regressar
Verso 1
No escuro da noite
Só a lua me faz lembrar você
No silêncio da noite
Lembro da nossa melodia em crer
Cada esquina me fala um pouco de você
o perfume da Rosa me faz lembrar você
(Refrão)
E a saudade que aperta e vem de um jeito
É algo tao forte que não cabe no peito
E a Lembrança sua que não é desfeito
Nessa canção que o tempo guardou direito
(Verso 2
O sol já desponta anunciando um novo dia
Mas a sua ausência refaz a melodia
Guardo a esperança de te ver um dia
E até esse dia, o meu canto é de agonia
sábado, 21 de março de 2026
NAS ESTRADAS
Verso 1)
Nas estradas da vida, esburacadas, eu sei
Te procuro em silêncio, como se fosse no além
Com a esperança ainda viva de encontrar o meu bem
Mas a chama ainda acesa de encontrar esse alguém
(Refrão)
Essa saudade que aperta sem dó .
nessa busca infinita, a alma não se cansa
Mesmo que o tempo demore, a fé me levanta
Em alguma esquina do mundo, eu vou te encontrar
(Verso 2)
Detalhes encontrados contam sua história
Cada gesto, vivo na memória
O vento que sopra seu nome, ainda tras uma canção notória
E a noite chega trazendo a mesma angústia em busca de glória
(Refrão)
Essa saudade que aperta sem dó .
nessa busca infinita, a alma não se cansa
Mesmo que o tempo demore, a fé me levanta
Em alguma esquina do mundo, eu vou te encontrar
(Verso 3)
Os dias passam com o sol encoberto ofuscando assim o brilho seu
Me perco em pensamentos, sigo o mesmo brilho que também é meu
Que o nosso encontro seja o brilho dos olhos seus
(Refrão)
Essa saudade que aperta, um nó na garganta
Mas nessa busca infinita, a alma não se cansa
Mesmo que o tempo demore, a fé me levanta
Em alguma esquina do mundo, eu vou te encontrar
sexta-feira, 20 de março de 2026
CORRIDA DA MENTE
Pensamentos distentes que o vento levou
A água da pôça que o sol já secou
A carta aberta onde a escrita sumiu
Um rastro de vida que o tempo cobriu
a corrida da mente faz meus olhos brilhar
Tem um ronco tão forte que faz meu peito rachar
É a serpente com dente sem ter onde atacar
Um sentimento que o mundo nunca vai apagar
O vento mais forte que o pensamento levou
Um grito silente que ninguém escutou
Cada momento que a gente guardou
Agora é poeira que o ar espalhou
E a corrida da mente faz meus olhos brilhar
Tem um ronco tão forte e faz peito rachar
É a serpente com dente sem ter onde atacar
Um sentimento que o mundo nunca vai apagar
Nesse labirinto de sentir
Eu tento encontrar pra onde seguir
Mas cada segundo que se vai
É uma nova chance que a alma atrai
E a corrida da mente faz meus olhos brilhar
Tem um ronco tão forte que faz meu peito rachar
É a serpente com dente sem ter onde atacar
Um sentimento que o mundo nunca vai apagar
quinta-feira, 19 de março de 2026
VIVER NA RAZÃO
Os versos escritos com caneta sem tinta, então
São os mesmos escritos nas linhas da imaginação.
O recado vem como fibra, ligado ao coração,
São as linhas traçadas por Deus, te pedindo perdão.
(Refrão)
E a razão se cala pra escutar a voz,
Que vem de um lugar muito além de nós.
Um sentimento puro, um destino, uma lição,
Onde a mente entende a força da emoção.
(Verso 2)
Nos dias cinzentos, quando a dúvida vem,
Eu busco um sentido, procuro por alguém.
Mas a resposta estava escrita no ar,
Num simples gesto, num jeito de olhar.
(Refrão)
E a razão se cala pra escutar a voz,
Que vem de um lugar muito além de nós.
Um sentimento puro, um destino, uma lição,
Onde a mente entende a força da emoção.
(Verso 3)
Não há lógica certa pra tudo o que se sente,
É um rio que corre e transforma a gente.
E nesse encontro, de alma e de ser,
Eu me reencontro, só pra te entender.
CANETA DA VIDA
[VERSO 1]
Da última vez que apertei sua mão
Lembrei do tanto que fiz e o mesmo não fez
Um estranho alfabeto que tem o coração
Com palavras escritas ainda
sem razão
[REFRÃO]
E essa saudade que aperta o peito
É um eco teu, não tem mais jeito
Um filme antigo em minha mente a passar
Mostrando tudo que eu deixei escapar
[VERSO 2]
O som da sua voz ainda ecoa aqui
Num corredor vazio, tudo me lembra de ti
Tento encontrar teu rosto em meio à multidão
Mas só me resta o aperto no coração
Cada esquina da cidade tem um pouco de nós
Um sussurro perdido, um eco da sua voz
[REFRÃO]
E essa saudade que aperta o peito
É um eco teu, não tem mais jeito
Um filme antigo em minha mente a passar
Mostrando tudo que eu deixei escapar
quarta-feira, 18 de março de 2026
EU TENHO A FORÇA
Apenas o vento não empurra o trem,
Assim como a falta que você me tem.
Um eco vazio em cada estação,
Deixando um rastro no meu coração.
(Refrão)
Saudade é um leite de bolsa, eu sei,
Que engana a fome, mas não te terei.
Uma lembrança que não alimenta,
Só a dor da ausência que me atormenta.
(Verso 2)
"Eu tenho a força", eu digo pra mim,
Como um herói num roteiro sem fim.
Mas são as pequenas coisas que ofendem mais,
Um cheiro, um som, te trazendo pra trás.
(Verso 3)
O tempo avança e a vida me leva,
Mas em cada curva a saudade se eleva.
Queria a força pra poder te encontrar,
E não só o vento pra me consolar.
CARA FECHADA
Verso 1)
Sua cara fechada
Seu jeito feroz
Não retrata em nada o que existe entre nós
Um momento de abalo
De nuvens escuras
Não mexe em nada na sua ternura
(Refrão)
E essa paixão que a gente sente
É um fogo que não mente
Por trás desse escudo, eu vejo a sua alma
E é nela que encontro minha calma
(Verso 2)
As pessoas reparam no seu exterior
No silêncio que esconde tanto amor
Mas eu tenho a chave do seu coração
E decifro cada gesto, cada emoção
(Refrão)
E essa paixão que a gente sente
É um fogo que não mente
Por trás desse escudo, eu vejo a sua alma
E é nela que encontro minha caima
(verso3)
Não importa seu temperamento
Ou o pensem de você
na verdade o que importa é o quanto eu gosto de você
(Refrão)
E essa paixão que a gente sente
É um fogo que não mente
Por trás desse escudo, eu vejo a sua alma
E é nela que encontro minha caima
PESCADOR
Verso 1)
Eu sou pescador, a vida cansada carrego com amor
Deixando o fio da vida em meio ao pocar
Deixando a esperança de um dia eu voltar
Arriscando a vida em cada viagem
Buscando o sustento a cada arrecada
Lançando o anzol no pescado perfeito
Assim queira Deus, se eu tenha o direito
(Refrão)
Entre ondas e ventos eu quero é pescar
E o sustento pra casa eu quero levar
Oh, mar salgado, que guarda meu pranto
Leva minha rede, mas me traz de volta o encanto
(Verso 2)
O sol queima a pele, a noite é um breu
Só a lua me escuta, um lamento que é meu
O barco balança, canção de ninar
Pra quem sonha em terra, longe do mar
(Refrão)
Entre ondas e ventos eu quero é pescar
E o sustento pra casa eu quero levar
Oh, mar salgado, que guarda meu pranto
Leva minha rede, mas me traz de volta o encanto
CORAÇÃO MANHOSO
[Verso 1]
Uma foto amarelada na estante
Um cheiro de café no ar
Tudo aqui lembra o teu semblante
E a vontade de te encontrar
Refrão]
Eita, coração manhoso
Coração bondoso, movido a paixão
Que faz o teu bater tão forte que respinga na minha razão
[Verso 2]
As ruas parecem mais frias
As noites, longas sem te ver
São tantas as memórias lentas
Que insistem em não me esquecer
Refrão]
Eita, coração manhoso
Coração bondoso, movido a paixão
Que faz o teu bater tão forte que respinga na minha razão
[Verso 3]
Guardo teu riso no meu pensamento
Como um luz pra me guiar
E em cada novo momento
Sinto você me acompanhar
[Refrão]
Eita, coração manhoso
Coração bondoso, movido a paixão
Que faz o teu bater tão forte que respinga na minha razão
SANTO IRMÃO
(Verso 1)
De joelho cravado no chão
Com a bíblia aberta na palma da mão
Eu rogo por meu santo Padre Cíço Romão
Seja no sertão, ou no meu coração
Eu te admiro meu santo irmão
(Refrão)
Oh, padrinho, luz na escuridão
Guia meus passos, segura minha mão
Em cada prece, sinto a tua unção
Meu santo de Juazeiro, minha devoção
(Verso 2)
Das secas e dores, você foi o alento
A voz da esperança que espalha o vento
Com fé e trabalho, um milagre a cada momento
Seu nome ecoa no meu pensamento
(Refrão)
Oh, padrinho, luz na escuridão
Guia meus passos, segura minha mão
Em cada prece, sinto a tua unção
Meu santo de Juazeiro, minha devoção
(Verso 3)
Na batida que pulsa no meu coração
Tua força me move, me dá direção
No meio da festa ou na oração
És mais que um santo, és inspiração
(Refrão)
Oh, padrinho, luz na escuridão
Guia meus passos, segura minha mão
Em cada prece, sinto a tua unção
Meu santo de Juazeiro, minha devoção
TEMPO VAI DEVAGAR
(Verso 1)
Lá fora o mundo acelera sem parar
Luzes, buzinas, gente a passar
Mas aqui dentro, eu escolho ter calma
Pra ouvir a melodia que toca na alma
(Refrão)
Tempo, vai devagar
Não precisa correr
A vida é curta e nós temos que viver
A cada segundo, o que passou não volta mais
Que cada instante se transforme em momento de paz
(Verso 2)
Um café quente, a chuva na janela
Uma conversa boa, a vida assim, tão bela
São as pequenas coisas, um riso, um olhar
Que mostram o segredo de aproveitar
(Refrão)
Tempo, vai devagar
Não precisa correr
A vida é curta e nós temos que viver
A cada segundo, o que passou não volta mais
Que cada instante se transforme em momento de paz
terça-feira, 17 de março de 2026
Alto do cruzeiro
(Verso 1)
Que luzes são aquelas lá no alto do cruzeiro?
São memórias de um tempo, um amor verdadeiro.
São irradiantes de uma velha que ainda sente o seu cheiro,
Um perfume de saudade que ficou no nevoeiro.
(Refrão)
Vem cá, pipoqueira formosa, que a nossa alegria é sem igual!
Trazendo um livro na mão que é para ensinar,
Que a vida é pura diversão, um eterno carnaval.
(Verso 2)
Na praça a noite chega, com seu jeito festeiro,
Cada milho que estoura é um riso o dia inteiro.
Com seu jeito de rainha, dona do tabuleiro,
Você ensina que a alegria é o melhor tempero.
(Refrão)
Vem cá, pipoqueira formosa, que a nossa alegria é sem igual!
Trazendo um livro na mão que é para ensinar,
Que a vida é pura diversão, um eterno carnaval.
(Verso 3)
A gente se reúne, é festa e cantoria,
Você gira sua manivela, espalhando magia.
Seu livro é a vida, cheia de sabedoria,
Transformando qualquer noite no mais lindo dia.
(Refrão)
Vem cá, pipoqueira formosa, que a nossa alegria é sem igual!
Trazendo um livro na mão que é para ensinar,
Que a vida é pura diversão, um eterno carnaval.
Cheiro seu
A casa arrumada que um dia você deixou
Parece um palco onde a peça acabou
Cada objeto ainda no seu lugar
Só esperando você voltar
(Refrão)
Ah, essa saudade que invade a alma
A marca dos seus lábios da noite passada
Em cada canto da casa que eu não consigo esquecer
(Verso 3)
Eu tento seguir em frente, mas é em vão
Sua ausência virou a minha canção
Abro a janela, procuro na rua
E em cada rosto eu vejo a imagem sua
segunda-feira, 16 de março de 2026
SEM TEMPO PRA DESPEDIDA
Verso 1)
A vida é uma passagem
Com validade vencida
Sabemos o momento da chegada
E Deus programa a partida
Um bilhete só de ida
Num trem que corre sem freio
E a gente vive na corrida
Sem saber o que veio
(Refrão)
Não temos tempo pra despedida
Não temos tempo pro último adeus
A porta fecha, a luz se apaga
E fica a saudade dos dias teus
Um eco frágil na ventania
Uma canção que não terminou
O amor que fica é a melodia
Da vida que o tempo levou
(Verso 2)
Ficam as fotos na estante
Um cheiro no travesseiro
Um vazio que é constante
Um buraco no peito inteiro
As palavras que eu guardei
E as risadas no corredor
Tudo aquilo que eu sonhei
Agora é só lembrança e dor
(Refrão)
Não temos tempo pra despedida
Não temos tempo pro último adeus
A porta fecha, a luz se apaga
E fica a saudade dos dias teus
Um eco frágil na ventania
Uma canção que não terminou
O amor que fica é a melodia
Da vida que o tempo levou
(Verso 3)
Mas na janela a luz insiste
O mundo segue seu girar
E mesmo quando a alma é triste
Seu sorriso me faz continuar
Sua presença é invisível
Mas sinto em todo lugar
Um amor indestrutível
Que a morte não pode apagar
(Refrão)
Não temos tempo pra despedida
Não temos tempo pro último adeus
A porta fecha, a luz se apaga
E fica a saudade dos dias teus
Um eco frágil na ventania
Uma canção que não terminou
O amor que fica é a melodia
Da vida que o tempo levou
Lenço esquecido
Verso 1)
O livro na estante já não me fala de você
Cada página virada, um silêncio pra enlouquecer
As palavras que lemos juntos perderam o porquê
E em tudo eu ainda tento te ver
(Refrão)
E o seu sussurro, marcado na memória
Me traz a lembrança do jeitinho seu
A foto esquecida, nossa breve história
De um tempo feliz que já se perdeu
(Verso 2)
O lenço com seu rastro, deixado pra trás
Um perfume que ainda flutua e me desfaz
É a prova de que foi real, de que era capaz
De me prender num nó que não solta mais
(Refrão)
E o seu sussurro, marcado na memória
Me traz a lembrança do jeitinho seu
A foto esquecida, nossa breve história
De um tempo feliz que já se perdeu
(Verso 3)
Tento juntar os pedaços que você espalhou
Nessa casa, na minha mente, em tudo que ficou
Um fantasma sorridente que nunca me deixou
E a saudade me diz que nada acabou
domingo, 15 de março de 2026
Lembro de você
(Verso 1)
Tudo na vida me faz lembrar você
A toalha molhada em cima da cama
O sapato jogado sobre a banca
O creme aberto do lado da pia
O perfume aberto da última festa
(Refrão)
São pequenas coisas que me faz lembrar de você
Um eco seu que ficou em meu lugar
Um vazio imenso, difícil de aguentar
Nessa casa que insiste em te esperar
(Verso 2)
O seu lado da cama ainda está desfeito
A série parada no meio do episódio
O cheiro do seu perfume no meu peito
Cada lembrança é um trágico episódio
(Refrão)
São pequenas coisas que me faz lembrar de você
Um eco seu que ficou em meu lugar
Um vazio imenso, difícil de aguentar
Nessa casa que insiste em te esperar
(Verso 3)
A playlist que a gente ouvia sem parar
Uma mensagem antiga que eu não vou apagar
As chaves que ainda balançam na porta
Minha esperança aos poucos fica morta
Ritmo perfeito
Nosso amor é do tipo perfeito
Um ciclo de vida guardado no peito
Em cada batida, em cada ação
Promessa divina, é pura emoção
Lembro de te ver, do tipo uma mágica,
Destino traçado, cena que te marca
O sopro do vento me trouxe sua voz
As ondas do mar unindo em nós
Não é só querer, é bem mais que paixão
É um ciclo perfeito de Deus em ação
Contigo é calmaria, respeito é razão
Em instante é passado, o clamor é ação
um terço rezado na palma da mão
Meu porto seguro, o meu sobrenome
Um uivo calado que só a gente entende
A plenitude que a alma em tempo acende
Nosso amor é do tipo perfeito
Um ciclo de vida guardado no peito
Em cada batida, em cada ação
Promessa divina, é pura emoção
A chuva que cai, lavando o passado
Um barro molhado do tipo amarelo
A gente constrói nosso próprio castelo
No futuro, eu te falo um verso tão belo
Os dedos da mão se entrelaçam nos teus
Nosso amor é a prova, é amor , é paixão
Assinar:
Postagens (Atom)