terça-feira, 31 de março de 2026

MEU NINHO

Verso 1) Chega e me chama de banco Me joga no canto, me deixa sem ar Me empurra e garante o que é seu Diz que o jogo sou eu, só pra me provocar (Refrão) Aperta, me soa a testa Me faz de peteca, me leva pra festa Eu quero ser seu, seu brinquedo, seu chão Em troca te dou todo o meu coração (Verso 2) Me vira do avesso, me quebra a rotina Sua mão me encontra, me acende, me ensina Cada gesto um acerto, um convite, um sinal Esse teu jeito de amar é tão fora do normal (Refrão) Aperta, me soa a testa Me faz de peteca, me leva pra festa Eu quero ser seu, seu brinquedo, seu chão Em troca te dou todo o meu coração (Verso 3) Mas depois da bagunça, da brincadeira Vem o seu carinho, a noite inteira Um abraço que acalma, um beijo que diz Que nesse teu caos, eu me sinto feliz (Refrão) Aperta, me soa a testa Me faz de peteca, me leva pra festa Eu quero ser seu, seu brinquedo, seu chão Em troca te dou todo o meu coração

segunda-feira, 30 de março de 2026

DIGNIDADE

Verso 1) O trabalho dignifica o homem A fome o transforma em lobisomem Na pressa, o mapa se some Na calma, o tempo consome (Refrão) Mas vem o teu carinho, de todas as formas No abraço que acalma e transforma Um sorriso que brilha e me conforta Pra esse lobo, você é a única porta (Verso 2) Etapas tragadas como um furacão Tatuagens do peito, descendo pra mão Relatos vividos com fé e razão São marcas na pele e no coração (Refrão) Mas vem o teu carinho, de todas as formas No abraço que acalma e transforma Um sorriso que brilha e me conforta Pra esse lobo, você é a única porta (Verso 3) Em meio ao caos, uma luz pra seguir É a força do afeto que me faz sentir Que mesmo na luta, existe um lugar Seguro em teus braços pra eu repousar (Refrão) Mas vem o teu carinho, de todas as formas No abraço que acalma e transforma Um sorriso que brilha e me conforta Pra esse lobo, você é a única porta

domingo, 29 de março de 2026

EITA SÃO JOÃO

Verso 1] E de repente chegou São João O céu se enfeita, que animação É a força do povo que brinca em união A sanfona chora, pura emoção [Refrão] Festa bonita, que representa o meu sertão Bombinhas, forró, canjica e rojão Jorge de Altinho, Santana e Gonzagão São a arte que toca em meu coração [Verso 2] A nata refinada, cheia de orgulho No meio do ano, afasta o entulho Da alma da gente, com sua alegria A festa que pulsa e nos contagia [Refrão] Festa bonita, que representa o meu sertão Bombinhas, forró, canjica e rojão Jorge de Altinho, Santana e Gonzagão São a arte que toca em meu coração [Verso 3] Leva o nome forte dos artistas Conquista a todos, não precisa de pistas É só sentir o cheiro no ar De milho assado e de gente a dançar [Refrão] Festa bonita, que representa o meu sertão Bombinhas, forró, canjica e rojão Jorge de Altinho, Santana e Gonzagão São a arte que toca em meu coração

A CHUVA QUE CAI

[VERSO 1] A chuva caindo lá fora Passando em ribeiras que a vida cavou Lavando o fundo da alma Revelando o estrago que a mesma causou [REFRÃO] Mas seu carinho é o sol que invade a janela E as poças que formam em meio às vielas Do profundo amor, refletem nós dois Deixando a dor pra depois [VERSO 2] O rastro de lama, um fogo sem chamas Representado em dor Mas sua presença desfaz esses dramas Trazendo de volta a cor [REFRÃO] Porque seu carinho é o sol que invade a janela E as poças que formam em meio às vielas Do profundo amor, refletem nós dois Deixando a dor pra depois [VERSO 3] Amanhã, quando a chuva parar de repente E o céu se pintar de outro tom Vou lembrar que ter você de presente É o que torna o mundo tão bom [REFRÃO] Porque seu carinho é o sol que invade a janela E as poças que formam em meio às vielas Do profundo amor, refletem nós dois Deixando a dor pra depois

sábado, 28 de março de 2026

MINHA CIDADE

(Verso 1) Vou começar pela terra de noite ou de dia Pulamos uma ponte que era de Antônio Dias Andando um pouco chegamos em São Miguel Uma terra abençoada que teve o grande Fenel (Refrão) Vocês vão ver a minha história que vou contar Uma cidade muito linda que na verdade é o meu lugar (Verso 2) E ainda na cidade, e bem falando como eu Descendo a Amendoeira encontrei o Clodoveu E partindo para o Toque, terra de Agenor Um médico popular que conquistou o seu valor (Refrão) Vocês vão ver a minha história que vou contar Uma cidade muito linda que na verdade é o meu lugar (Verso 3) Precisei de uma trena, lá na cidade Pra medir a inteligência de Dona Gena, de verdade Pra descansar e não ficar longe da rua Vim cedinho pra feira em Porto da Rua (Refrão) Vocês vão ver a minha história que vou contar Uma cidade muito linda que na verdade é o meu lugar Chegando fui certinho e sem engano Comprei um belo pote na casa do Caciano (Refrão) Vocês vão ver a minha história que vou contar Uma cidade muito linda que na verdade é o meu lugar Pra terminar a minha prosa ainda vou te contar ficou faltando.muita gente que na canção não dar (Refrão) Eu quero ver a minha história que vou contar Uma cidade muito linda que na verdade é o meu lugar

ARTISTAS ALAGOANOS

(Verso 1) Não quero que passe em branco, nem deixar por engano, Essa é a minha homenagem aos artistas alagoanos. Lá de Quebrangulo, a pena forte de Graciliano, Nos mostra a secura e a força de um povo soberano. (Refrão) Oh, Alagoas, teu nome ecoa em cada verso, Com mentes raras e muito finas, mudando o universo. Vocês colocam nossa terra na prateleira de cima, E a cultura daqui floresce, inspira e me anima. (Verso 2) Sigo meu passo e encontro a veia de Aurélio Buarque, Nas palavras de um dicionário, uma luz que nunca se apague. E sem tirar o pé, em União dos Palmares, a poesia me ensina, Com o grande mestre Jorge de Lima, que a arte ilumina. (Refrão) Oh, Alagoas, teu nome ecoa em cada verso, Com mentes raras e muito finas, mudando o universo. Vocês colocam nossa terra na prateleira de cima, E a cultura daqui floresce, inspira e me anima. (Verso 3) Eu vinha procurando um abrigo, um rumo, uma rima, E em cada canto dessa terra encontrei uma obra-prima. Esse é só um resumo do orgulho que sinto e que me aclima, A força da nossa gente, o que a alma da gente estima. (Refrão) Oh, Alagoas, teu nome ecoa em cada verso, Com mentes raras e muito finas, mudando o universo. Vocês colocam nossa terra na prateleira de cima, E a cultura daqui floresce, inspira e me anima.

VESTE RASGADA

(Verso 1) Segredos guardados, nunca revelados As vestes rasgadas, nunca remendadas Palavra que sai não tem mais retorno Um tiro certeiro com arma de fogo (Refrão) Mas em meio à noite, seu carinho vem Um sopro de vida, me fazendo bem Uma memória que a alma guarda E a minha escuridão é aliviada (Verso 2) Alma penada que não tem perdão Que vaga direto na escuridão O tema de um filme que não é sobre nada Num banco de praça na madrugada (Refrão) Mas em meio à noite, seu carinho vem Um sopro de vida, me fazendo bem Uma memória que a alma guarda E a minha escuridão é aliviada (Ponte) Em banco de praça olhando a lua Será que a minha dor é também sua? Talvez o tempo possa remendar E um novo início nos esperar (Refrão) Mas em meio à noite, seu carinho vem Um sopro de vida, me fazendo bem Uma memória que a alma guarda E a minha escuridão é aliviada

PERTO DE MIM

As dificuldades vêm, eu sei Tentando levar minha força, mas eu fico bem Querem me deixar pra baixo e apagar Os versos que eu guardo só pra te expressar (Refrão) Mas nada no mundo vai me impedir De soltar meus versos pensando em ti Mesmo que tu não estejas neste mundo Teu carinho em mim é o amor mais profundo (Verso 2) Lembro do teu jeito, do teu olhar Uma luz que ninguém consegue apagar Em cada detalhe, em cada canção Sinto a batida do teu coração (Refrão) Mas nada no mundo vai me impedir De soltar meus versos pensando em ti Mesmo que tu não estejas neste mundo Teu carinho em mim é o amor mais profundo (Verso 3) E a força que me faz continuar É a herança que tu me deixou pra amar Transformo a saudade em melodia Pra te ter por perto, todo santo dia (Refrão) Mas nada no mundo vai me impedir De soltar meus versos pensando em ti Mesmo que tu não estejas neste mundo Teu carinho em mim é o amor mais profundo

sexta-feira, 27 de março de 2026

TEU CARINHO

(Verso 1) Minha face reflete o que sinto por você Meu jeito chato, o ciúme que não dá pra esconder A cobrança direta que faço pelo seu calor A demonstração constante do meu singelo amor (Refrão) É no teu carinho que eu encontro meu abrigo No teu abraço o mundo faz mais sentido Cada detalhe teu, guardado aqui no peito É a prova de que tudo é do nosso jeito (Verso 2) A peça importante guardada no roupeiro O perfume gostoso que lembra o teu cheiro A garganta cansada de gritar o teu nome É a fome de te ter que nunca me consome (Refrão) É no teu carinho que eu encontro meu abrigo No teu abraço o mundo faz mais sentido Cada detalhe teu, guardado aqui no peito É a prova de que tudo é do nosso jeito (Verso 3) Pode ser num gesto, num olhar meio sem jeito Que a gente se encontra e aceita o defeito Esse meu modo torto de amar tão profundo É só o convite pra ficar no meu mundo (Refrão) É no teu carinho que eu encontro meu abrigo No teu abraço o mundo faz mais sentido Cada detalhe teu, guardado aqui no peito É a prova de que tudo é do nosso jeito

LEMBRAR DE VOCÊ

Verso 1) Vou lembrar do seu jeito meio maluco Dos beijos molhados, meu porto seguro Até da sua cara fechada de manha E da felicidade que seu rosto estampa (Refrão) Vou lembrar de você, e desse carinho Que fez nosso mundo, o nosso cantinho Cada detalhe seu, guardado em mim Um amor que não vai ter fim (Verso 2) Vou lembrar dos momentos na nossa cama De ouvir você baixinho falando que ama Dos carinhos bem feitos, do tempo sem pressa De cada promessa (Refrão) Vou lembrar de você, e desse carinho Que fez nosso mundo, o nosso cantinho Cada detalhe seu, guardado em mim Um amor que não vai ter fim (Verso3 Das viagens tranquilas, do sorriso disposto A gente se achando em qualquer posto Um filme na tela, um plano no ar Memórias que eu sempre vou guardar (Refrão) Vou lembrar de você, e desse carinho Que fez nosso mundo, o nosso cantinho Cada detalhe seu, guardado em mim Um amor que não vai ter fim

quarta-feira, 25 de março de 2026

Prato de cristal

Verso 1) A mesa posta, o brilho ofusca o olhar Banquete farto, um riso a ecoar Mas no chão frio, a sombra se arrasta Juntando os restos que a ganância afasta Migalhas secas, de um pão que não é meu Um gosto amargo que o destino me deu (Refrão) Oh, dejetos da vida, em pratos de cristal A fome clama, um grito gutural Essa fartura é feita da minha dor E a revolta cresce, perde o seu temor! (Verso 2) O ouro veste os corpos sem valor Enquanto a alma sangra, implora por calor Caminham cegos, em seu pedestal Ignorando o mundo que agoniza, real Cada moeda, um pedaço do que sou Um futuro roubado que a cobiça levou (Refrão) Oh, dejetos da vida, em pratos de cristal A fome clama, um grito gutural Essa fartura é feita da minha dor E a revolta cresce, perde o seu temor! (Verso 3) Mas o silêncio hoje vai se quebrar A voz dos esquecidos vai se levantar Não mais de joelhos, por restos a pedir O prato vazio, vamos nós destruir A mesa vira, o jogo vai mudar Das cinzas da miséria, a força há de brotar (Refrão) Oh, dejetos da vida, em pratos de cristal A fome clama, um grito gutural Essa fartura é feita da minha dor E a revolta cresce, perde o seu temor!

E O VENTO

Verso 1) A vida é uma roda gigante que não tem como parar E o moinho que depende do vento o tempo todo para girar Como água que passa na Ponte e não tem mais como voltar E em cada passagem da vida, a gente aprende a se encontrar (Refrão) Com essa energia que nunca se apaga Buracos e pedras são só parte da estrada A gente se fortalece a cada passo, a cada virada Nossa fonte de força na longa caminhada (Verso 2) Às vezes o chão treme, a gente pensa em desistir Mas cada queda é um novo jeito de aprender a subir A poeira levanta, mas a gente continua a seguir Com o coração pulsando, pronto para o que está por vir (Refrão) Com essa energia que nunca se apaga Buracos e pedras são só parte da estrada A gente se fortalece a cada passo, a cada virada Nossa fonte de força na longa caminhada (Verso 3) A verdadeira fonte que nos segura com firmeza É a mesma que ensina a andar com toda a certeza Transformando a dúvida em pura fortaleza Mostrando a nossa força acabando com a minha tristeza (Refrão) Com essa energia que nunca se apaga Buracos e pedras são só parte da estrada A gente se fortalece a cada passo, a cada virada Nossa fonte de força na longa caminhada

segunda-feira, 23 de março de 2026

A CRUZ E A ESPADA

(Verso 1) A reza perfeita que Deus não rejeita O joelho no chão ou chamado de besta O terço enrolado de ponta cabeça Dependendo do santo não há salvação Então se aproximo da cruz ou da espada Deixando a cara batendo na mão (Refrão) Salvação, onde te encontrar? Nessa estrada de espinhos a caminhar A alma grita em silêncio, quer descansar Buscando a luz pra me guiar (Verso 2) As vozes sussurram, julgando meu passo Dizem que a fé é um frágil laço Entre o pecado e o abraço divino Eu sigo perdido em meu próprio destino (Refrão) Salvação, onde te encontrar? Nessa estrada de espinhos a caminhar A alma grita em silêncio, quer descansar Buscando a luz pra me guiar (Verso 3) Cansei dos altares de pedra e de glória Escrevo com dor minha própria história Talvez a verdade não use coroa E a paz que procuro é a que me perdoa (Refrão) Salvação, onde te encontrar? Nessa estrada de espinhos a caminhar A alma grita em silêncio, quer descansar Buscando a luz pra me guiar

Segura peão

(Verso 1) A poeira sobe, o sol se põe no horizonte A sela já tá pronta e o cavalo no batente A cerveja bem gelada, a turma toda se apronta Hoje a noite é nossa, ninguém aqui apronta (Refrão) É festa e muita emoção! É cerveja no copo, mulher no bração! O sanfoneiro toca, o gado vai pro chão E o grito da galera levanta o poeirão! (Verso 2) O gibão de couro já tá no meu corpo Coração batendo num ritmo louco O gado tá correndo, eu vou gritar de novo (Refrão) É festa e muita emoção! É cerveja no copo, mulher no bração! O sanfoneiro toca, o gado vai pro chão E o grito da galera levanta o poeirão! (Verso 3) A lua cheia brilha, abençoa a vaquejada Cada sorriso aqui vale mais que qualquer parada A gente vive isso, é a nossa tradição Guardando cada momento dentro do coração (Refrão) É festa e muita emoção! É cerveja no copo, mulher no bração! O sanfoneiro toca, o gado vai pro chão E o grito da galera levanta o poeirão

PONTA DE PUNHAL

(Verso 1) Um eco no peito, um vazio que invade Um nome, um cheiro, um canto da cidade Saudade é coisa que fere igual a ponta de punhal Um corte invisível, com gosto de sal. (Refrão) Machuca na carne e reflete na alma E o único remédio que devolve a calma É o bom e velho tempo, que passa sem pressa O mesmo que maltrata, é o que faz a promessa. (Verso 2) Lembranças em fotos, momentos guardados Caminhos que um dia foram trilhados O tempo que arrasta parece um castigo Deixando por dentro um buraco, um abrigo. (Refrão) Machuca na carne e reflete na alma E o único remédio que devolve a calma É o bom e velho tempo, que passa sem pressa O mesmo que maltrata, é o que faz a promessa. (Verso 3) Mas a dor que era aguda começa a ceder A ferida se fecha, ensina a viver O tempo que fere, ele também cura E tira das costas o peso da culpa.

domingo, 22 de março de 2026

Queremos regressar

Verso 1 No escuro da noite Só a lua me faz lembrar você No silêncio da noite Lembro da nossa melodia em crer Cada esquina me fala um pouco de você o perfume da Rosa me faz lembrar você (Refrão) E a saudade que aperta e vem de um jeito É algo tao forte que não cabe no peito E a Lembrança sua que não é desfeito Nessa canção que o tempo guardou direito (Verso 2 O sol já desponta anunciando um novo dia Mas a sua ausência refaz a melodia Guardo a esperança de te ver um dia E até esse dia, o meu canto é de agonia

sábado, 21 de março de 2026

NAS ESTRADAS

Verso 1) Nas estradas da vida, esburacadas, eu sei Te procuro em silêncio, como se fosse no além Com a esperança ainda viva de encontrar o meu bem Mas a chama ainda acesa de encontrar esse alguém (Refrão) Essa saudade que aperta sem dó . nessa busca infinita, a alma não se cansa Mesmo que o tempo demore, a fé me levanta Em alguma esquina do mundo, eu vou te encontrar (Verso 2) Detalhes encontrados contam sua história Cada gesto, vivo na memória O vento que sopra seu nome, ainda tras uma canção notória E a noite chega trazendo a mesma angústia em busca de glória (Refrão) Essa saudade que aperta sem dó . nessa busca infinita, a alma não se cansa Mesmo que o tempo demore, a fé me levanta Em alguma esquina do mundo, eu vou te encontrar (Verso 3) Os dias passam com o sol encoberto ofuscando assim o brilho seu Me perco em pensamentos, sigo o mesmo brilho que também é meu Que o nosso encontro seja o brilho dos olhos seus (Refrão) Essa saudade que aperta, um nó na garganta Mas nessa busca infinita, a alma não se cansa Mesmo que o tempo demore, a fé me levanta Em alguma esquina do mundo, eu vou te encontrar

sexta-feira, 20 de março de 2026

CORRIDA DA MENTE

Pensamentos distentes que o vento levou A água da pôça que o sol já secou A carta aberta onde a escrita sumiu Um rastro de vida que o tempo cobriu a corrida da mente faz meus olhos brilhar Tem um ronco tão forte que faz meu peito rachar É a serpente com dente sem ter onde atacar Um sentimento que o mundo nunca vai apagar O vento mais forte que o pensamento levou Um grito silente que ninguém escutou Cada momento que a gente guardou Agora é poeira que o ar espalhou E a corrida da mente faz meus olhos brilhar Tem um ronco tão forte e faz peito rachar É a serpente com dente sem ter onde atacar Um sentimento que o mundo nunca vai apagar Nesse labirinto de sentir Eu tento encontrar pra onde seguir Mas cada segundo que se vai É uma nova chance que a alma atrai E a corrida da mente faz meus olhos brilhar Tem um ronco tão forte que faz meu peito rachar É a serpente com dente sem ter onde atacar Um sentimento que o mundo nunca vai apagar

quinta-feira, 19 de março de 2026

VIVER NA RAZÃO

Os versos escritos com caneta sem tinta, então São os mesmos escritos nas linhas da imaginação. O recado vem como fibra, ligado ao coração, São as linhas traçadas por Deus, te pedindo perdão. (Refrão) E a razão se cala pra escutar a voz, Que vem de um lugar muito além de nós. Um sentimento puro, um destino, uma lição, Onde a mente entende a força da emoção. (Verso 2) Nos dias cinzentos, quando a dúvida vem, Eu busco um sentido, procuro por alguém. Mas a resposta estava escrita no ar, Num simples gesto, num jeito de olhar. (Refrão) E a razão se cala pra escutar a voz, Que vem de um lugar muito além de nós. Um sentimento puro, um destino, uma lição, Onde a mente entende a força da emoção. (Verso 3) Não há lógica certa pra tudo o que se sente, É um rio que corre e transforma a gente. E nesse encontro, de alma e de ser, Eu me reencontro, só pra te entender.

CANETA DA VIDA

[VERSO 1] 
Da última vez que apertei sua mão Lembrei do tanto que fiz e o mesmo não fez Um estranho alfabeto que tem o coração Com palavras escritas ainda sem razão 
 [REFRÃO] E essa saudade que aperta o peito É um eco teu, não tem mais jeito Um filme antigo em minha mente a passar Mostrando tudo que eu deixei escapar 
 [VERSO 2] O som da sua voz ainda ecoa aqui Num corredor vazio, tudo me lembra de ti Tento encontrar teu rosto em meio à multidão Mas só me resta o aperto no coração Cada esquina da cidade tem um pouco de nós Um sussurro perdido, um eco da sua voz 
 [REFRÃO] E essa saudade que aperta o peito É um eco teu, não tem mais jeito Um filme antigo em minha mente a passar Mostrando tudo que eu deixei escapar

quarta-feira, 18 de março de 2026

EU TENHO A FORÇA

Apenas o vento não empurra o trem, Assim como a falta que você me tem. Um eco vazio em cada estação, Deixando um rastro no meu coração. (Refrão) Saudade é um leite de bolsa, eu sei, Que engana a fome, mas não te terei. Uma lembrança que não alimenta, Só a dor da ausência que me atormenta. (Verso 2) "Eu tenho a força", eu digo pra mim, Como um herói num roteiro sem fim. Mas são as pequenas coisas que ofendem mais, Um cheiro, um som, te trazendo pra trás. (Verso 3) O tempo avança e a vida me leva, Mas em cada curva a saudade se eleva. Queria a força pra poder te encontrar, E não só o vento pra me consolar.

CARA FECHADA

Verso 1) Sua cara fechada Seu jeito feroz Não retrata em nada o que existe entre nós Um momento de abalo De nuvens escuras Não mexe em nada na sua ternura (Refrão) E essa paixão que a gente sente É um fogo que não mente Por trás desse escudo, eu vejo a sua alma E é nela que encontro minha calma (Verso 2) As pessoas reparam no seu exterior No silêncio que esconde tanto amor Mas eu tenho a chave do seu coração E decifro cada gesto, cada emoção (Refrão) E essa paixão que a gente sente É um fogo que não mente Por trás desse escudo, eu vejo a sua alma E é nela que encontro minha caima (verso3) Não importa seu temperamento Ou o pensem de você na verdade o que importa é o quanto eu gosto de você (Refrão) E essa paixão que a gente sente É um fogo que não mente Por trás desse escudo, eu vejo a sua alma E é nela que encontro minha caima

PESCADOR

Verso 1) Eu sou pescador, a vida cansada carrego com amor Deixando o fio da vida em meio ao pocar Deixando a esperança de um dia eu voltar Arriscando a vida em cada viagem Buscando o sustento a cada arrecada Lançando o anzol no pescado perfeito Assim queira Deus, se eu tenha o direito (Refrão) Entre ondas e ventos eu quero é pescar E o sustento pra casa eu quero levar Oh, mar salgado, que guarda meu pranto Leva minha rede, mas me traz de volta o encanto (Verso 2) O sol queima a pele, a noite é um breu Só a lua me escuta, um lamento que é meu O barco balança, canção de ninar Pra quem sonha em terra, longe do mar (Refrão) Entre ondas e ventos eu quero é pescar E o sustento pra casa eu quero levar Oh, mar salgado, que guarda meu pranto Leva minha rede, mas me traz de volta o encanto

CORAÇÃO MANHOSO

[Verso 1] 
 Uma foto amarelada na estante Um cheiro de café no ar Tudo aqui lembra o teu semblante E a vontade de te encontrar 
 Refrão] Eita, coração manhoso Coração bondoso, movido a paixão Que faz o teu bater tão forte que respinga na minha razão 
 [Verso 2] As ruas parecem mais frias As noites, longas sem te ver São tantas as memórias lentas Que insistem em não me esquecer
 Refrão] Eita, coração manhoso Coração bondoso, movido a paixão Que faz o teu bater tão forte que respinga na minha razão 
 [Verso 3] Guardo teu riso no meu pensamento Como um luz pra me guiar E em cada novo momento Sinto você me acompanhar
 [Refrão] Eita, coração manhoso Coração bondoso, movido a paixão Que faz o teu bater tão forte que respinga na minha razão

SANTO IRMÃO

(Verso 1) De joelho cravado no chão Com a bíblia aberta na palma da mão Eu rogo por meu santo Padre Cíço Romão Seja no sertão, ou no meu coração Eu te admiro meu santo irmão (Refrão) Oh, padrinho, luz na escuridão Guia meus passos, segura minha mão Em cada prece, sinto a tua unção Meu santo de Juazeiro, minha devoção (Verso 2) Das secas e dores, você foi o alento A voz da esperança que espalha o vento Com fé e trabalho, um milagre a cada momento Seu nome ecoa no meu pensamento (Refrão) Oh, padrinho, luz na escuridão Guia meus passos, segura minha mão Em cada prece, sinto a tua unção Meu santo de Juazeiro, minha devoção (Verso 3) Na batida que pulsa no meu coração Tua força me move, me dá direção No meio da festa ou na oração És mais que um santo, és inspiração (Refrão) Oh, padrinho, luz na escuridão Guia meus passos, segura minha mão Em cada prece, sinto a tua unção Meu santo de Juazeiro, minha devoção

TEMPO VAI DEVAGAR

(Verso 1) 
Lá fora o mundo acelera sem parar Luzes, buzinas, gente a passar Mas aqui dentro, eu escolho ter calma Pra ouvir a melodia que toca na alma
 (Refrão) Tempo, vai devagar Não precisa correr A vida é curta e nós temos que viver A cada segundo, o que passou não volta mais Que cada instante se transforme em momento de paz (Verso 2) 
Um café quente, a chuva na janela Uma conversa boa, a vida assim, tão bela São as pequenas coisas, um riso, um olhar Que mostram o segredo de aproveitar 
 (Refrão) Tempo, vai devagar Não precisa correr A vida é curta e nós temos que viver A cada segundo, o que passou não volta mais Que cada instante se transforme em momento de paz

terça-feira, 17 de março de 2026

Alto do cruzeiro

(Verso 1) Que luzes são aquelas lá no alto do cruzeiro? São memórias de um tempo, um amor verdadeiro. São irradiantes de uma velha que ainda sente o seu cheiro, Um perfume de saudade que ficou no nevoeiro. (Refrão) Vem cá, pipoqueira formosa, que a nossa alegria é sem igual! Trazendo um livro na mão que é para ensinar, Que a vida é pura diversão, um eterno carnaval. (Verso 2) Na praça a noite chega, com seu jeito festeiro, Cada milho que estoura é um riso o dia inteiro. Com seu jeito de rainha, dona do tabuleiro, Você ensina que a alegria é o melhor tempero. (Refrão) Vem cá, pipoqueira formosa, que a nossa alegria é sem igual! Trazendo um livro na mão que é para ensinar, Que a vida é pura diversão, um eterno carnaval. (Verso 3) A gente se reúne, é festa e cantoria, Você gira sua manivela, espalhando magia. Seu livro é a vida, cheia de sabedoria, Transformando qualquer noite no mais lindo dia. (Refrão) Vem cá, pipoqueira formosa, que a nossa alegria é sem igual! Trazendo um livro na mão que é para ensinar, Que a vida é pura diversão, um eterno carnaval.

Cheiro seu

A casa arrumada que um dia você deixou Parece um palco onde a peça acabou Cada objeto ainda no seu lugar Só esperando você voltar (Refrão) Ah, essa saudade que invade a alma A marca dos seus lábios da noite passada Em cada canto da casa que eu não consigo esquecer (Verso 3) Eu tento seguir em frente, mas é em vão Sua ausência virou a minha canção Abro a janela, procuro na rua E em cada rosto eu vejo a imagem sua

segunda-feira, 16 de março de 2026

SEM TEMPO PRA DESPEDIDA

Verso 1) A vida é uma passagem Com validade vencida Sabemos o momento da chegada E Deus programa a partida Um bilhete só de ida Num trem que corre sem freio E a gente vive na corrida Sem saber o que veio (Refrão) Não temos tempo pra despedida Não temos tempo pro último adeus A porta fecha, a luz se apaga E fica a saudade dos dias teus Um eco frágil na ventania Uma canção que não terminou O amor que fica é a melodia Da vida que o tempo levou (Verso 2) Ficam as fotos na estante Um cheiro no travesseiro Um vazio que é constante Um buraco no peito inteiro As palavras que eu guardei E as risadas no corredor Tudo aquilo que eu sonhei Agora é só lembrança e dor (Refrão) Não temos tempo pra despedida Não temos tempo pro último adeus A porta fecha, a luz se apaga E fica a saudade dos dias teus Um eco frágil na ventania Uma canção que não terminou O amor que fica é a melodia Da vida que o tempo levou (Verso 3) Mas na janela a luz insiste O mundo segue seu girar E mesmo quando a alma é triste Seu sorriso me faz continuar Sua presença é invisível Mas sinto em todo lugar Um amor indestrutível Que a morte não pode apagar (Refrão) Não temos tempo pra despedida Não temos tempo pro último adeus A porta fecha, a luz se apaga E fica a saudade dos dias teus Um eco frágil na ventania Uma canção que não terminou O amor que fica é a melodia Da vida que o tempo levou

Lenço esquecido

Verso 1) O livro na estante já não me fala de você Cada página virada, um silêncio pra enlouquecer As palavras que lemos juntos perderam o porquê E em tudo eu ainda tento te ver (Refrão) E o seu sussurro, marcado na memória Me traz a lembrança do jeitinho seu A foto esquecida, nossa breve história De um tempo feliz que já se perdeu (Verso 2) O lenço com seu rastro, deixado pra trás Um perfume que ainda flutua e me desfaz É a prova de que foi real, de que era capaz De me prender num nó que não solta mais (Refrão) E o seu sussurro, marcado na memória Me traz a lembrança do jeitinho seu A foto esquecida, nossa breve história De um tempo feliz que já se perdeu (Verso 3) Tento juntar os pedaços que você espalhou Nessa casa, na minha mente, em tudo que ficou Um fantasma sorridente que nunca me deixou E a saudade me diz que nada acabou

domingo, 15 de março de 2026

Lembro de você

 (Verso 1) Tudo na vida me faz lembrar você A toalha molhada em cima da cama O sapato jogado sobre a banca O creme aberto do lado da pia O perfume aberto da última festa
 (Refrão) São pequenas coisas que me faz lembrar de você Um eco seu que ficou em meu lugar Um vazio imenso, difícil de aguentar Nessa casa que insiste em te esperar 
 (Verso 2) O seu lado da cama ainda está desfeito A série parada no meio do episódio O cheiro do seu perfume no meu peito Cada lembrança é um trágico episódio 
 (Refrão) São pequenas coisas que me faz lembrar de você Um eco seu que ficou em meu lugar Um vazio imenso, difícil de aguentar Nessa casa que insiste em te esperar 
 (Verso 3) A playlist que a gente ouvia sem parar Uma mensagem antiga que eu não vou apagar As chaves que ainda balançam na porta Minha esperança aos poucos fica morta

Ritmo perfeito

Nosso amor é do tipo perfeito Um ciclo de vida guardado no peito Em cada batida, em cada ação Promessa divina, é pura emoção Lembro de te ver, do tipo uma mágica, Destino traçado, cena que te marca O sopro do vento me trouxe sua voz As ondas do mar unindo em nós Não é só querer, é bem mais que paixão É um ciclo perfeito de Deus em ação Contigo é calmaria, respeito é razão Em instante é passado, o clamor é ação um terço rezado na palma da mão Meu porto seguro, o meu sobrenome Um uivo calado que só a gente entende A plenitude que a alma em tempo acende Nosso amor é do tipo perfeito Um ciclo de vida guardado no peito Em cada batida, em cada ação Promessa divina, é pura emoção A chuva que cai, lavando o passado Um barro molhado do tipo amarelo A gente constrói nosso próprio castelo No futuro, eu te falo um verso tão belo Os dedos da mão se entrelaçam nos teus Nosso amor é a prova, é amor , é paixão