Verso 1]
O cair da chuva, o correr da água
O rio que empurra da nascente à foz
O cio da mariposa entre os pingos pesados
em suas asas, tão veloz
[Refrão]
A terra molhada, a poeira que assenta
O amor de menina querendo desabrochar
O sapo cantando sua canção de ninar
Intimida a poeira que quer levantar
[Verso 2]
A lama na porta de casa, um sinal
De que a natureza segue o seu lugar
Um ciclo constante, um bem e um mal
Um novo momento prestes a chegar
[Refrão]
A terra molhada, a poeira que assenta
O amor de menina querendo desabrochar
O sapo cantando sua canção de ninar
Intimida a poeira que quer levantar
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