sábado, 28 de março de 2026
VESTE RASGADA
(Verso 1)
Segredos guardados, nunca revelados
As vestes rasgadas, nunca remendadas
Palavra que sai não tem mais retorno
Um tiro certeiro com arma de fogo
(Refrão)
Mas em meio à noite, seu carinho vem
Um sopro de vida, me fazendo bem
Uma memória que a alma guarda
E a minha escuridão é aliviada
(Verso 2)
Alma penada que não tem perdão
Que vaga direto na escuridão
O tema de um filme que não é sobre nada
Num banco de praça na madrugada
(Refrão)
Mas em meio à noite, seu carinho vem
Um sopro de vida, me fazendo bem
Uma memória que a alma guarda
E a minha escuridão é aliviada
(Ponte)
Em banco de praça olhando a lua
Será que a minha dor é também sua?
Talvez o tempo possa remendar
E um novo início nos esperar
(Refrão)
Mas em meio à noite, seu carinho vem
Um sopro de vida, me fazendo bem
Uma memória que a alma guarda
E a minha escuridão é aliviada
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