segunda-feira, 23 de março de 2026

PONTA DE PUNHAL

(Verso 1) Um eco no peito, um vazio que invade Um nome, um cheiro, um canto da cidade Saudade é coisa que fere igual a ponta de punhal Um corte invisível, com gosto de sal. (Refrão) Machuca na carne e reflete na alma E o único remédio que devolve a calma É o bom e velho tempo, que passa sem pressa O mesmo que maltrata, é o que faz a promessa. (Verso 2) Lembranças em fotos, momentos guardados Caminhos que um dia foram trilhados O tempo que arrasta parece um castigo Deixando por dentro um buraco, um abrigo. (Refrão) Machuca na carne e reflete na alma E o único remédio que devolve a calma É o bom e velho tempo, que passa sem pressa O mesmo que maltrata, é o que faz a promessa. (Verso 3) Mas a dor que era aguda começa a ceder A ferida se fecha, ensina a viver O tempo que fere, ele também cura E tira das costas o peso da culpa.

Nenhum comentário:

Postar um comentário