(Verso 1)
No correr da noite a fera se soltaPercorre distâncias e sem se cansar
Percorre trajetos traçados na mente
Seguindo a corrente que a vida lhe dá
(Refrão)
Livre na escuridão, sem amarras, sem chão
Um instinto selvagem guiando a direção
A fome da alma que ninguém pode ver
Correndo até o amanhecer
(Verso 2)
Enfrenta barreiras, sobe ribanceira
Em busca de algo que só a mente pode explicar
As luzes da cidade são só poeira
Pra quem tem a noite inteira pra caçar
(Refrão)
Livre na escuridão, sem amarras, sem chão
Um instinto selvagem guiando a direção
A fome da alma que ninguém pode ver
Correndo até o amanhecer
(Ponte)
Eu sou bicho homem, não sou lobisomem
E sigo o instinto que a vida me dá
(Verso 3)
Mas chega o dia, sua fome saceia
O sol queima a pele, a fera se retrai
Volta pra esteira que é seu lugar
Esperando a lua pra se libertar outra vez
(Ponte)
Eu sou bicho homem, não sou lobisomem
E sigo o instinto que a vida me dá
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