quarta-feira, 1 de abril de 2026

Ninguém quer ver

Estrofe 1) O mundo lá fora ê gual a um leão Estouros, gritos, batida de mão A mente absorve um grande trovão Fome, violência, prostituição A paz esquecida Grita por paixão Pessoas nas ruas Tentando a vida , da forma que podem de roupa ou despida (Refrão) E a gente finge que não vê Muda o canal da TV Mas a verdade bate à porta, pode crer Até quando vamos nos esconder? (Estrofe 2) No palácio de vidro, o brinde com champanhe Enquanto a sirene corta a noite e nos banha Com a luz fria de um futuro que se arranha Promessas vazias, a mesma ladainha E a gente que luta Por cada migalha, em cada labuta Espera a virada, a maré que recruta A força do povo que já tá na luta (Refrão) E a gente finge que não vê Muda o canal da TV Mas a verdade bate à porta, pode crer Até quando vamos nos esconder? (Estrofe 3) Mas a voz que se cala, um dia ecoa Um rio de gente que não mais perdoa A corrente se quebra, a maré coroa Uma nova esperança, uma gente tão boa Não é só um sonho É um grito que vem do fundo e que eu exponho Um mundo mais justo, sem jeito medonho Nesse mesmo instante, é o futuro que componho

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