quinta-feira, 2 de abril de 2026

Final da minha prosa

[Verso 1] Eita, que vou continuar minha prosa Voltando o percurso que comecei no riacho Saindo de um braço fui procurar o meu destino Escorreguei em uma lama e lasquei o pé num pino [Refrão] De riacho a Porto da Rua, essa andança é minha e sua Com o pé manquitulando, mas a alma sadia Sentindo saudade das minhas terras e minhas fazendas Uma longa volta pra casa, enriquecendo meus contos valorizando minhas lendas [Verso 2] Fui embolando, batia à porta de um castelo, mas veja só no que deu a porta era de ferro Melhorei e pra comemorar, fui na fazenda Jubileu aquele que era o lugar Depois de dá um tempo, o caminho ainda me chama Fui tomar uma água e parei no Canadá, e olha só que drama! Refrão] De riacho a Porto da Rua, essa andança é minha e sua Com o pé manquitulando, mas a alma sadia Sentindo saudade das minhas terras e minhas fazendas Uma longa volta pra casa, enriquecendo meus contos valorizando minhas lendas [Verso 3] Quando pensava que a viagem tinha acabado Fui lavar as pernas, deixar o corpo aliviado Depois de limpo, e sem levar nenhuma trena quando abri os olhos já estava na Salema Sem cortei o dedo ainda tive um pouco de medo parei história na última fazenda que tinha o nome de galego Esse é o fim da minha prosa, o fim do meu poema, espero ter agradado, espero que me entenda esse é meu lugar com seus contos e suas lendas Refrão] De riacho a Porto da Rua, essa andança é minha e sua Com o pé manquitulando, mas a alma sadia Sentindo saudade das minhas terras e minhas fazendas Uma longa volta pra casa, enriquecendo meus contos valorizando minhas lendas

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