Verso 1
Cada carta virada, uma foto antiga
De um sorriso que o vento teimou em levar
Ficou no baralho uma esperança amiga
Só que desbotada, difícil de achar
[Refrão]
Os números riscados
Os naipes enrolados
As marcas de dedos deixadas
Impressiona o meu ser, calando a minha voz
Verso 2
Cartas marcadas de um baralho usado
Revelam os segredos que existem entre nós
Mas o tempo transformou as certezas de uma foz
Onde o nosso rio um dia encontrou o cais
[Verso 3]
Não existe aposta, nem jogo, nem blefe
A mesa vazia e o eco de um adeus
A verdade na mão que a gente não vê
Revela que as cartas não éramos nem eu
quinta-feira, 23 de abril de 2026
Cartas de baralho
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