Verso 1)
Nesse momento de poucas ideias
Te chamo pra peleja, o que não quero escrever
Insisto no tempo, em forte relento, o jeito de ser
Mas a vida não perdoa
Me chama para a proa antes que eu venha a descer
Então, minha vida amiga,
Se esconde em barrigas
O meu bem querer
(Refrão)
E a vida me chama, não posso esperar
Mas meu bem querer se esconde em algum lugar
No meio do tempo, no forte relento
Buscando um alento pro meu sentimento
(Verso 2)
As horas se arrastam, num tédio profundo
A folha em branco reflete o meu mundo
Procuro palavras que possam dizer
O que a alma sente, sem querer se expor
A cada segundo, aumenta a agonia
De ver escapando a minha poesia
(Refrão)
E a vida me chama, não posso esperar
Mas meu bem querer se esconde em algum lugar
No meio do tempo, no forte relento
Buscando um alento pro meu sentimento
(Verso 3)
Talvez na proa que a vida me aponta
Encontre a rima que a mente desmonta
E o meu bem querer, que em mim se aninhou
Desponte num verso que o tempo guardou
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