domingo, 26 de abril de 2026

Panela furada

 Verso 1)

Lembro daqueles domingos os filhos reunidos
O tempo passava lento
Vocês chegavam no silêncio com uma panela furada
E um saco de castanhas secada ao vento
Com um sorriso que não cabia na boca E pedia pra gente assar

(Refrão)
Mas Quando a castanha queimava
Uma gargalhada explodia saia de vocês
Meu pai caía na gaitada, que embolava no chão
A alegria era verdadeira espontânea com a cara sincera daquele que o ama

(Verso 2)
A senhora, com todo o cuidado
Quebrava uma por uma, com gosto
Distribuindo um pouco pra cada filho
Com aquele sorriso de sempre no rosto
(Refrão)
Mas Quando a castanha queimava
Uma gargalhada explodia saia de vocês
Meu pai caía na gaitada, que embolava no chão
A alegria era verdadeira espontânea com a cara sincera daquele que o ama

(Ponte)
Hoje, quando lembro desses momentos
A lágrima acompanha os pensamentos
Dói, mas dói de verdade a saudade
Que ficou no tempo, aperta aqui por dentro um tempo que não volta mais

Nenhum comentário:

Postar um comentário