Verso 2)
O mapa era um mapa riscado na palma da mão
Cada passo era um verso de uma nova canção
A sede apertava, a mente viajava
Mas a imagem daquela água pura me guiava
Um gosto de terra, de luta e de fé
Me mantendo na promessa, me deixando de pé
(Refrão)
E essa lembrança não me sai
Da poeira no caminho, do tempo que vai
Deixando um rastrono peito que não volta mais
(Verso 3)
Hoje eu vejo o mundo de um jeito diferente
Aquela jornada marcou a minha mente
Se a vida é estranha e cheia de dor
Eu busco a minha bica, meu próprio valor
A luta era real, o cansaço também
Mas me fez ser quem sou, e não mais um refém
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