domingo, 19 de abril de 2026

Fonte cristalina

 Verso 2)

O mapa era um mapa riscado  na palma da mão

Cada passo era um verso de uma nova canção

A sede apertava, a mente viajava

Mas a imagem daquela água pura me guiava

Um gosto de terra, de luta e de fé

Me mantendo na promessa, me deixando de pé


(Refrão)

E essa lembrança não me sai

Da poeira no caminho, do tempo que vai

Deixando um rastrono peito que não volta mais


(Verso 3)

Hoje eu vejo o mundo de um jeito diferente

Aquela jornada marcou a minha mente

Se a vida é estranha e cheia de dor

Eu busco a minha bica, meu próprio valor

A luta era real, o cansaço também

Mas me fez ser quem sou, e não mais um refém

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