sábado, 4 de abril de 2026

CORTINA DA VIDA

Quando as cortinas do espetáculo começam a fechar E o brilho do show tem sua hora de parar O palhaço perde a graça, ninguém mais quer rir O leão já não ruge, só quer dormir (Refrão) Saudade, um picadeiro vazio no peito Um show que acabou, não tem mais jeito A lona rasgada, a luz se apagou Só a lembrança do circo que um dia brilhou (Verso 2) A rumbeira não dança, a saia rasgou O trapezista no alto, o movimento parou A pipoca sem gosto, o ingresso sem cor Um silêncio que grita a ausência e a dor (Refrão) Saudade, um picadeiro vazio no peito Um show que acabou, não tem mais jeito A lona rasgada, a luz se apagou Só a lembrança do circo que um dia brilhou (Verso 3) O globo da morte com sua tela rasgada O elefante não é fera, é só uma lembrança guardada As cortinas fecharam, o espetáculo já era E ficou só o eco de uma longa espera (Refrão) Saudade, um picadeiro vazio no peito Um show que acabou, não tem mais jeito A lona rasgada, a luz se apagou Só a lembrança do circo que um dia brilhou (Verso 4) E o momento esperado a vida levou A alegria de sempre , agora cessou Lindo brilho das luzes que era forte se apagou E a cortina da vida de uma vez se fechou (Refrão) Saudade, um picadeiro vazio no peito Um show que acabou, não tem mais jeito A lona rasgada, a luz se apagou Só a lembrança do circo que um dia brilhou

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