(Verso 1)
Eu sou do tempo que água de cacimba fazia milagresO pente era de madeira e sempre tinha solução
O vento soprava leve, trazendo a promessa de chuva
E um grito estranho na noite era história de lobisomem
(Refrão)
Que pena que esse tempo foi passando
Voando rápido, sem a gente ver
Aquele mundo bom tá se apagando
Hoje é tão fácil alguém desaparecer
(Verso 2)
Eu sou do tempo que cachorro comia jaca no quintal
E a gente saía de madruga pra caçar, que tempo bom
Homem era pra mulher, e mulher para homem, era o natural
Era um tempo em que um sumiço era um grande assombro
(Refrão)
Que pena que esse tempo foi passando
Voando rápido, sem a gente ver
Aquele mundo bom tá se apagando
Hoje é tão fácil alguém desaparecer
(Verso 3)
Eu sou do tempo que água de cacimba fazia milagres
Eu sou do tempo que o pente era de madeira e tinha solução
Eu sou do tempo que o vento soprava leve e trazia a chuva
(Refrão)
Que pena que esse tempo foi passando
Voando rápido, sem a gente ver
Aquele mundo bom tá se apagando
Hoje é tão fácil alguém desaparecer
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